Resenha – O Velho e o mar

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Devo dizer que li todo o livro angustiada, parecia que cada dor do velho Santiago era sentida também por mim. Torci tanto por ele, quis tanto que desse certo, me desesperei, achei tanta coisa injusta e antes mesmo que o velho fizesse a prece eu já tinha entoado “Deus do céu cadê Manolin nesse barco?”.

Hemingway é tão conciso, conta uma história incrível, sem abusar das palavras, sem ser cansativo. Também não se podia esperar menos do livro que foi considerado sua obra prima e que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura, em 1954.

Talvez seja a hora de entrar no barco com Santiago e ir cada vez mais para dentro do mar, puxados sabe Deus por que tipo de força, vai ver é hora de por em prática a humildade do velho Santiago e superar os desafios, mesmo quando já não temos força, de não deixar a fé abalar e no fim, sonhar com os leões.

O velho e o Mar
Ilustração do livro

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